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Campanha alerta sobre prevenção e identificação do AVC

O Centro de Especialidades Médicas de Aracaju (Cemar) recebeu nesta segunda-feira, 30, uma das ações da Campanha Mundial de Combate ao Acidente Vascular Cerebral (AVC), que este ano tem como mote principal a prevenção. No local, os pacientes receberam cartilhas informativas e orientações dos profissionais da saúde, além de dicas como identificar os sinais de um AVC e saber quais são os fatores de risco.

A idealizadora da campanha foi a estudante de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Mariele Rosário, que atua no Cemar. O objetivo é reforçar ainda mais a questão da prevenção. “São mais de 17 milhões de AVC’s que ocorrem no mundo e desses 90% podem ser prevenidos porque as causas são pressão alta, diabetes, colesterol, sedentarismo, fumo, e outros 10% que a gente não pode interferir está relacionado à genética”, informou.

Para a coordenadora do programa de Saúde do Adulto e Idoso, Patrícia Ribeiro Rocha, é preciso alertar sobre os sintomas e sinais do AVC. “O tempo resposta em uma pessoa que está tendo um AVC é fundamental. Se você reconhece os sintomas você leva a pessoa de imediato a um hospital porque quanto mais você demora mais lesão cerebral a pessoa pode ter”, alertou.

Iniciativa aprovada

A servidora pública Daniele Teles foi uma das pessoas beneficiadas com a ação. Ela contou que, apesar de saber algumas coisas sobre AVC, agora as informações estão mais claras. “A iniciativa é muito legal. Eu não tinha conhecimento desses sinais, nem todo mundo sabe identificar. Agora eu posso inclusive ajudar alguém que esteja passando mal, precisando”, disse.

Sobre o AVC

O AVC também é conhecido popularmente por “derrame cerebral”, e acontece quando há uma obstrução em um dos vasos sanguíneos presentes no cérebro. Quando isso ocorre, a parte do cérebro atingida começa a ser destruída. Existem muitos fatores que podem ser alterados para que o indivíduo não venha a sofrer com um AVC, como a regulação da hipertensão, diabetes, colesterol elevado, excesso de peso, fumo e sedentarismo. O histórico familiar de ataques de AVC também é levado em consideração.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 100 mil pessoas morrem todos os anos de AVC no Brasil, um número superior ao total de mortes causadas por malária, tuberculose e Aids juntas.

Fonte: AAN

Sobre Priscila Torres

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O diagnóstico de uma doença crônica, em 2006, me tornou, blogueira e ativista digital da saúde. Sou idealizadora do Grupo EncontrAR e Blogueiros da Saúde. Vice-Presidente do Grupar-RP, presidente do EncontrAR. Apaixonada por transformação social, graduanda em Comunicação Social "Jornalismo" na Faculdades Unidas Metropolitanas.

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