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Pesquisa revela que 95% da população no país sofrem com dores de cabeça

Estresse, alimentação e óculos inadequados estão entre as principais causas

Pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência revelou que 95% da população brasileira têm, ou já tiveram dificuldade em realizar alguma atividade do dia-a-dia devido a dores de cabeça. Este mesmo estudo aponta que, dentro dessa porcentagem, 70% sentiram dores durante o trabalho e 65% durante os estudos.

As dores podem ocorrer em qualquer região da cabeça, sendo isoladas em alguma área específica, em um ou em ambos os lados. O tipo de dor pode ser moderado, médio ou forte e ir do latente ao irradiante. As mais conhecidas são as famosas enxaquecas.

Entre os principais gatilhos da dor de cabeça está a intensidade do estilo de vida moderno, o excesso de plataformas e interações digitais, além de hábitos não saudáveis como pouca ingestão de água e falta de sono. Soma-se a estes fatores o uso de óculos com medições erradas e imprecisas, que tem um papel fundamental como desencadeador do incômodo.

Confira cinco situações que provocam dor de cabeça e como se previnir:

1. Dormir mal: Uma noite mal dormida pode gerar uma série de fatores negativos para a saúde, sendo a dor de cabeça um dos mais comuns. No processo do sono, é importante chegar no estado chamado REM (Rapid Eye Movement), que garante equilíbrio físico, químico e mental. Ao dormir pouco, ou mal, este ciclo é interrompido. As dores de cabeça surgem exatamente quando este ciclo é interrompido. Por isso, é importante ter uma rotina adequada para obter melhor qualidade de sono.

2. Calor: Em regiões de calor intenso, o clima pode afetar o funcionamento do corpo e, em especial, a nossa cabeça. Neste período, o corpo tende a desidratar mais rapidamente, aumentando assim a dilatação dos vasos sanguíneos localizados no cerebro e facilitando, dessa forma, o início das dores de cabeça. Recomenda-se redobrar os cuidados com a ingestão de água e consumir, no mínimo, dois litros por dia.

3. Medição incorreta dos óculos: Dores de cabeça para quem usa, ou precisa usar óculos, se devem, muitas vezes, pela falta de posicionamento correto dos óculos e das lentes em relação ao rosto. Geralmente, as óticas costumam fazer duas medidas básicas para a confecção das lentes: altura e DNP (Distância Naso Pupilar) de forma manual, na canetinha. Porém, não são precisas e podem causar aos usuários de óculos dores de cabeça, enjoo, visão cansada, tontura e irritabilidade. Hoje em dia, com o avanço da tecnologia, é possível localizar óticas que contam com o equipamento i.Terminal, da ZEISS, que faz uma medição automatizada de forma completa e precisa dos olhos, do rosto e da armação, diminuindo as margens de erro em 84%.

4. Estresse: a correria da vida moderna, o excesso de interações digitais e muitos compromissos em diversas áreas pode gerar estresse no trabalho, nos estudos ou até mesmo no trânsito. Situações de dificuldades podem provocar a chamada cefaleia tensional, conhecida como a dor de cabeça mais comum – de 38% a 74% dos brasileiros sofrem com esta dor, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia. Nestes casos, se cobrar menos, adotar novos hábitos de vida e dividir tarefas pode ser fundalmental.

5. Alimentação: ter uma alimentação correta é a chave para obter uma vida mais saudável e longe dos problemas. Já uma má alimentação, pode gerar alguns transtornos que não gostaríamos de ter, e entre eles, a dor de cabeça. Importante evitar alimentos industrializados, excesso de bebidas alcoólicas e estimulantes. Entre os alimentos que aliviam e podem evitar a dor de cabeça estão frutas cítricas, que, por serem fontes em vitamina C, facilitam a circulação sanguinea e melhoram a pressão na cabeça. Outros alimentos essenciais são o salmão, atum, sardinha, sementes de chia, chá de erva-cidreira e camomila.

Sobre Priscila Torres

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O diagnóstico de uma doença crônica, em 2006, me tornou, blogueira e ativista digital da saúde. Sou idealizadora do Grupo EncontrAR e Blogueiros da Saúde. Vice-Presidente do Grupar-RP, presidente do EncontrAR. Apaixonada por transformação social, graduanda em Comunicação Social "Jornalismo" na Faculdades Unidas Metropolitanas.

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