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5 mitos sobre clareamento odontológico

Um levantamento do Google aponta que o Brasil é o segundo país que mais utiliza o site de pesquisas e o YouTube para buscar conteúdo relacionado a beleza, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Tal cuidado se afasta dos óbvios corpo saudável e cabelo bem-cuidado, e dá espaço também à busca pelo sorriso perfeito, o que vai além do aspecto “saúde” da coisa. Dentes retos, bem delineados, claros e sem manchas são quase indispensáveis: abrem portas, conquistam e trazem ótimas impressões.

Por conta disso, o clareamento odontológico é um negócio crescente a cada ano no Brasil e no mundo, ajudando pessoas a se sentirem mais confiantes para distribuir sorrisos. No entanto, o procedimento necessita da orientação e supervisão de um cirurgião-dentista, que fará uma avaliação dental para determinar qual a concentração ideal do gel a ser usado, a frequência das sessões e outros detalhes importantes.

De acordo com a Dra. Natalia Vasconcelos Sartoretto, dentista da Sartoretto Odontologia, existem dois tipos de tratamento que podem ser procurados pelos pacientes, como: caseiro, feito pelo próprio paciente em casa com orientação de um profissional onde ele utiliza uma placa de acetato, junto a uma seringa com o produto em uma concentração menor; e a laser, feito pelo cirurgião dentista, dentro do consultório, com um gel em que a concentração é maior e o tratamento é feito em um curto período de tempo.

Para ficar por dentro do assunto e não cair direto na cadeira do dentista, confira abaixo cinco mitos sobre clareamento dental:

1. A maioria dos pacientes não apresentam sensibilidade durante ou depois do tratamento

São grandes as chances de se desenvolver ou aumentar a sensibilidade no aparelho dentário durante as sessões de clareamento.

“Isso acontece porque, o processo de clareamento dos dentes ocorre pro meio de produtos químicos, que seriam peróxido de carbamida, usado em clareamento caseiro, e o peróxido de hidrogênio, usado no clareamento de consultório. A sensibilidade ocorre, pois o produto causa uma desidratação passageira no esmalte do dente deixando os canaliculus dentinários expostos ao meio bucal, integrando o meio externo e o meio interno, por isso aumenta a sensibilidade” explica a dentista.

É importante, no entanto, enfatizar que tal desconforto é passageiro para a maioria dos pacientes, podendo sumir alguns dias após o término do tratamento.

2. Não há restrições alimentares

Para que o clareamento seja efetivo, deve-se evitar bebidas e alimentos muito pigmentados, que podem sujeitar os dentes a alterações de cor. Na seção de bebidas, é importante evitar café, chás preto e verde, refrigerantes e vinho tinto; entre as comidas, não ingerir tomates, cenouras, beterrabas, abóboras ou qualquer outro item que contenha carotenos (forte pigmento orgânico) em sua composição é o ideal.

3. Produtos abrasivos e mais baratos entregam o mesmo resultado que o gel do branqueamento

A internet está cheia de métodos alternativos para resolver as mais variadas situações e o clareamento de dentes é uma delas. É possível encontrar numerosos depoimentos, dicas e vídeos de pessoas que utilizam formas diversas para deixar o sorriso mais branquinho, entre elas o uso de produtos abrasivos como pedra pomes e carvão.

Esses mesmos itens podem ser usados por dentistas em consultas odontológicas, quando há a necessidade de higienizar os dentes do paciente e remover com mais “facilidade” manchas superficiais.

O problema começa quando um leigo começa a utilizar de forma desenfreada esse tipo de produto, o que pode criar ranhuras no esmalte dos dentes, que é a “capa” que clareia o sorriso.

4. Os dentes vão ficar branquíssimos após o clareamento

A especialista explica que nem sempre, já que o clareamento, como o próprio nome indica, age limpando a superfície do dente que é naturalmente translucida, transparente, deixando com que a luz passe com mais facilidade demonstrando a cor natural do dente que é dada pela dentina. E a dentina varia de cor, do branco, amarelo, acinzentado até o marrom. Sendo assim, “se o paciente tem o dente com coloração mais puxada para o amarelo e para o branco, levantará da cadeira do dentista com o sorriso de um tom mais claro que o anterior, mas não necessariamente branco como uma porcelana” ressalta Dra. Natália Vasconcelos Sartoretto.

Isso pode gerar uma leve frustração em pessoas que procuram por um sorriso de porcelana, mas não é algo que deva gerar abalo, já que o resultado final pode ficar igualmente satisfatório. Já os pacientes que tem os dentes que variam do cinza para o marrom não terão um resultado tão satisfatório.

Lembrando, que somente um cirurgião dentista poderá avaliar se o caso do paciente é para o clareamento ou para uma reabilitação estética com lente de contato, facetas ou coroas em porcelanas.

5. Todos podem se submeter a sessões de clareamento dental

Nem todo indivíduo pode ou deve se sujeitar a um clareamento. As contraindicações incluem pessoas menores de 15 anos (afinal os dentes não estão totalmente formados ainda), pacientes que esteja passando por tratamentos médicos extremamente debilitantes e gestantes.

Além disso, pessoas que possuem restaurações demais na boca, coroas, facetas ou lentes de contato em porcelana também não devem se sujeitar a um clareamento, já que o gel não age em resina e porcelana e, assim, não atingirá o objetivo desejado.

Sobre a Sartoretto odontologia

A Sartoretto Odontologia conta com toda estrutura para o conforto e a segurança do tratamento dental. A empresa conta com alta tecnologia, comodidade, conforto e higiene. Esses são alguns dos conceitos da Sartoretto Odontologia quando o assunto é tratamento de estética dental, clareamento dental, implantes dentários e próteses dentárias. Saiba mais em http://www.sartorettoodontologia.com.br/site/

Fonte: Assessoria de imprensa

Sobre Priscila Torres

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O diagnóstico de uma doença crônica, em 2006, me tornou, blogueira e ativista digital da saúde. Sou idealizadora do Grupo EncontrAR e Blogueiros da Saúde. Vice-Presidente do Grupar-RP, presidente do EncontrAR. Apaixonada por transformação social, graduanda em Comunicação Social "Jornalismo" na Faculdades Unidas Metropolitanas.

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